Estratégia combinada Linkedin + Substack para negócios
Como eu integrei o Substack à minha estratégia de negócios B2B e B2C, e o que você pode colocar em prática hoje mesmo.
O Substack saiu da obscuridade, mas quem está chegando por aqui pode estranhar a combinação fluída entre empreendedores hypados, gente que parece estar vendendo arte na praia e alguns mendigos de inscritos.
Sim, a dinâmica é diferente. Mas faz sentido.
Até 2021, eu não usava nenhuma rede para fins profissionais, todos os meus clientes vinham do meu networking do ecossistema de inovação. Para quem não lembra ou não me conhece, eu era CTO as a Service e atendia, nada mais, nada menos que 150 startups de ideação a Série A (um dia eu conto melhor essa história).
Mas, quando eu decidi fazer uma transição de carreira para venture capital, eu usei o Linkedin como principal instrumento de reposicionamento e geração de negócios.
Em pouco mais de 6 meses, consegui emplacar a minha tese da Startup Vira-lata Caramelo e ainda virar destaque em veículos de comunicação como Fast Company, Valor Econômico e o próprio Linkedin Notícias, que fez um boletim totalmente dedicado ao tema.
Dito isso eu vou trazer para vocês a minha estratégia e porque eu comecei a escrever por aqui.
Linkedin is the new Instagram
Não, as pessoas não estão postando dancinhas (teve uma fase dessas também), nem motocicletas empinando.
Mas o Linkedin, assim como o Instagram, é uma rede mainstream. Assim como a rede da Meta, ela é baseada no conceito de scroll infinito e conteúdo superficial.
Se antes a rede da Microsoft era basicamente um bancão de currículos, agora virou o principal veículo da Rádio Peão, que tem desde pessoas com conteúdos altamente burocráticos até tretas dignas de X.
A redução da profundidade tem exigido uma reengenharia do conteúdo, cada vez mais visual, com ganchos mais engenhosos e CTAs cuidadosamente arquitetados para manter a amizade com o algoritmo.
Embora a entrega tenha caído, a comunicação com o ICP tem se mantido, embora não com a mesma constância, e a custo de muito ajuste na estratégia.
Por isso, comecei a explorar outras estratégias e aqui estou eu.
Substack: Fundo de funil e escape da bolha
Com o ajuste às novas tendências do algoritmo do Linkedin, não podia deixar meus fiéis seguidores, que são consumidores assíduos de conteúdos mais detalhados, órfãos. E, não tem jeito, quem está no mercado precisa sempre manter o foco na abertura de novos negócios.
Dessa forma, comecei a concentrar meus conteúdos mais profundos aqui nesta rede, incialmente migrando a audiência para cá. Mas, não de qualquer forma.
Por um tempo, eu também mantive comunidades em Whatsapp, mas a atual saturação dos grupos e comunidades no mensageiro instantâneo me levou ao primeiro lote de inscritos aqui. Membros das minhas comunidades.
Ao mesmo tempo, comecei a usar o Substack como repositório de conteúdos que uso nas minhas mentorias do Programa de Aceleração Executiva, que serve tanto para marcar minha presença geral na Internet (SEO) quanto para trazer esse público para me acompanhar aqui.
Não por acaso, as taxas de leitura e abertura de e-mails são extremamente altas em comparação a newsletter do Linkedin, justamente porque estas pessoas pagaram pelo conhecimento (e não foi só a assinatura do substack).
Depois, vem a grata surpresa: Furar a bolha.
Quando comecei a explorar outros recursos do Substack, comecei a utilizar os Notes. Confesso que levei algumas semanas para entender a dinâmica, mas depois gostei.
E os Notes tem sido a minha forma de gerar novas conexões, muitas delas que tem contato com meu conteúdo pela primeira vez, coisa que já não é mais possível no Linkedin, ainda mais depois do Top Voice.
Plano pago: Qualificação, não fonte de receita
Um ponto curioso que entendi aqui no Substack é o significado da assinatura paga. Há quem encare isso como uma fonte de receita, mas eu aprendi a ler o ato de assinar como qualificação.
Eu explico: Quem está disposto a pagar por um conteúdo exclusivo tem altíssimo potencial de upsell em produtos high ticket e, geralmente, o faz para entrar no campo de visão do creator.
Por isso, segmentar ofertas mais arrojadas a assinantes é uma forma de explorar ainda mais o Substack como estágio avançado do funil de vendas, além de utilizar a assinaturas Comp (presentes) para quem adere a produtos mais sofisticados.
Youtube: A próxima fronteira
Eu ainda não comecei a explorar o Youtube em sua plenitude, mas em breve devo começar as minhas empreitadas por lá com o mesmo intuito de desbravar novos horizontes.
Ainda preciso explorar mais os recursos ligados a vídeo e podcast do Substack, e prometo que farei isso em breve, compartilhando meus progressos por aqui.
Quer fazer parte do Programa de Aceleração Executiva?
No Programa de Aceleração Quick Win, existe uma semana toda dedicada a posicionamento profissional, o que inclui o Substack!
Trata-se de um programa onde, em 3 semanas, você estrutura Portfólio, Posicionamento e Go to Market transformando sua carreira num negócio de até R$ 3 milhões/ano.
Ah, e na quarta semana, você vai ter uma mentoria 1:1 comigo para elaborarmos juntos seu Plano de Ação de 90 dias.
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E, se você já fatura mais R$ 300 mil/ano em contratos, me chama direto no Whatsapp clicando aqui que tenho algo mais próximo e avançado para você.
Um abraço do acelerador




Excelente paralelo entre Substack e Linkedin, principalmente vindo de quem tem tanta relevância na segunda rede. De fato, a audiência por aqui é diferenciada.