Não, a Solo First não é apenas um substack que fala sobre solo empreendedorismo de alto impacto. Trata-se de um ecossistema construído sobre o legado do seu fundador, Christopher Toya , unindo sua experiência como Executive as a Service desde 2012 e também sua atuação numa das fases de maior aceleração do venture capital brasileiro.
Neste artigo você vai entender a origem, os diferentes níveis de entrega e como fazer parte.
O marajá por trás da Solo First
Carteira de trabalho em branco, Toya teve uma carreira “outlier”. Aos 14 anos, em 1998, criou uma plataforma digital e começou a divulgá-la em fóruns da época. Pouco tempo depois, ela somava mais de 1.000 clientes recorrentes e foi vendida no auge da bolha da Internet em 2001.
Aos 20 anos de idade, abandonou a faculdade de Ciências da Computação na PUC-SP para dedicar-se à empresa de consultoria que fundou junto de dois sócios. As coisas aceleraram rápido, mas com o falecimento do sócio mais experiente, o negócio colapsou em poucos meses. Mesmo assim, decidiu seguir empreendendo, fundando uma Agência Digital junto de um amigo pessoal. Grande erro.
Nos primeiros anos o negócio cresceu rapidamente, principalmente pelo diferencial tecnológico na época. Porém, em pouco tempo, o sócio e amigo espanou.
Meu sócio chegava a tremer quando entregava uma proposta comercial de valor mais alto. Ali eu percebi que estava cercado pelas pessoas erradas.
Após adquirir a participação do sócio, seguiu sozinho com toda a estrutura. Os funcionários também eram do círculo próximo de amizade, e muitas vezes tinham desempenho abaixo do esperado. Em 2012, quando as coisas apertaram, foram saindo um por um.
Foi a melhor coisa que aconteceu.
Neste mesmo ano, buscando a recuperação do negócio, criou uma nova modalidade de atuação: O CTO as a Service, focando em empresas que queriam internalizar o time de tecnologia, mas não contavam com um executivo especializado. O modelo foi muito bem recebido, sobretudo em agências de publicidade tradicionais que buscavam enfrentar a concorrência das digitais.
Mas, foi em 2018, entrando numa acelerada de startups, a Wework Labs, que o modelo escalou. Tratando a carreira como negócio, saltou de 8 para 48 clientes recorrentes em menos de 30 dias, e para mais de 150 em 2020.
Em 2022, já atuando no mercado de venture capital, criou o conceito de Startup Vira-lata Caramelo, destaque na Fast Company, criticando a cópia mal feita do Vale do Silício feita por boa parte dos players brasileiros. Neste ano, tornou-se sócio de venture builders e aceleradoras, consolidando sua presença no ecossistema de inovação brasileiro.
Já em 2023, ainda atuando como advisor, atraiu a atenção de executivos de mercado com a ascensão dos modelos de Talent as a Service, posicionando-se fortemente contra a prática de venda de horas e sobre o risco de depender exclusivamente de marketplaces. Tornou-se referência ao mudar o olhar do Open Talent de simples opção de carreira, para vertente de empreendedorismo, desenvolvendo o conceito de Value Economy, em antítese à Gig Economy, e que tornou-se a base da Solo First.
Os públicos da Solo First
A parte de negócios da Solo First é focada em 1% da população brasileira, porém, os conceitos e conteúdos são úteis para qualquer pessoa que queira sair da manada e encarar o empreendedorismo de um forma mais objetiva.
O modelo da Solo First mostra que é possível empreender com capital intelectual utilizando as ferramentas amplamente disponíveis, canais de distribuição abertos e, mais, fazê-lo sem a necessidade de sócios ou funcionários, pelo menos até a barreira dos R$ 5 milhões/ano.
Nosso público é dividido em três:
Curiosos
Os curiosos são tão importantes quanto nossos clientes de M&A, afinal, o primeiro passo para mudar a realidade é compreender que existem outras maneiras de ver o mundo e o trabalho.
Geralmente são profissionais que tem um trabalho regular, seja CLT ou PJ, tem um impulso empreendedor, mas não sabem exatamente como colocar isso em prática.
Quem está no game
Estes são os builders, os que já estão construindo algo. Eles podem ser beneficiados pelos conteúdos, mas muitos precisam de um acompanhamento assertivo para atingir seus objetivos mais rapidamente.
O builder geralmente é um executivo senior que já está estruturando sua saída para carreira independente ou mesmo um empreendedor que já está totalmente dedicado ao negócio, mas ainda fatura menos de R$ 5 milhões por ano.
Quem zerou o game
São os empreendedores que já construíram negócios de sucesso, que faturam pelo menos R$ 15 milhões por ano, e estão considerando a hipótese de venda ou sucessão.
Os pilares de geração de valor da Solo First
Conteúdo
O foco do conteúdo é oferecer material de qualidade de graça ou por valor acessíveis, permitindo que os curiosos possam experimentar, testar e obter retorno a partir da metodologia.
Substack
Nosso principal ponto de distribuição de conteúdo, reune artigos profundos e técnicos sobre a metodologia e insights relevantes para quem busca empreender a partir do seu capital intelectual.
Ebook "Meu Plano B"
Material direcionado e prático para quem é CLT ou PJ, e quer construir um negócio paralelo baseado em capital intelectual. O ebook fala sobre as possibilidades e também sobre a estratégia de geração da Reserva de Transição.
Curso "Plano B by Solo First”
Um curso para quem quer sair da teoria e ir para a prática, aplicando o método Plano B de construção de negócios baseados em capital intelectual. O foco é construir um plano prático de 100 dias para desenvolver um negócio capaz de gerar caixa suficiente para sua transição de carreira.
Mentoria e Advisory
Acompanhamento com mentores e conselheiros especializados em cada fase de maturidade do negócio.
Mentoria Plano B
Mentoria individual para profissionais em transição de carreira que querem desenvolver seu novo empreendimento enquanto estão empregados.
Mentoria T-Shaped
Mentoria individual para solo empreendedores de capital intelectual que faturam até R$ 1 milhão por ano.
Board as a Service
Estruturação de conselho consultivo multidisciplinar para empreendedores com faturamento a partir de R$ 5 milhões por ano.
Capital
A área de capital é focada no desenvolvimento e liquidez de equity de empreendimentos baseados em capital intelectual.
Venture Builder
Participação na escala e governança de negócios baseados em capital intelectual com faturamento superior a R$ 5 milhões/ano. Atuação como sócio estratégico.
M&A
Em partnership com Bruno Guapo Garcao , especialista em Investimentos, M&A e Internacionalização, a divisão de M&A apoia empreendedores que faturam mais de R$ 15 milhões/ano a construírem uma estratégia de saída para seus negócios.
Ficou interessado?
Seja qual for o seu nível de maturidade, a Solo First está aqui para viabilizar o próximo nível da sua jornada empreendedora.



