Complementando o entendimento, nós precisamos ser reconhecidos pelo Produto A, para criar reputação e Audiência, isso diminui o nosso CAC.
Para iniciar um relacionamento de confiança, entrar pelo Produto B, seja um Diagnóstico ou Consultoria ou Projeto, e naturalmente converter no Produto A.
Aqui vendemos solução, método e frameworks, e não ferramenta tecnológica (Que é puramente meio).
Após certo ponto, temos saturação de Produtos A e B, e aí partimos para recorrência de Produtos C, de ticket baixo e com bastante escala.
Excelente marajá, o quadrante A é o flagship, o B trata a de manda reprimida e pode conduzir a um upsell, em longo prazo o C apresenta capacidade de escala e formação de equity.
Excelente esquema gráfico! Os segmentos A/B ajudam a construção de autoridade e confiança. Servem como a porta de entrada junto ao cliente, despertando o interesse e reconhecimento do seu trabalho, agregando valor. Esses possibilitarão a criação de produtos de recorrência que rodam no automático, no segmento C, denominados produtos "derivativos"... muito estratégicos pois rodarão sozinhos, sem a sua presença. Gostei muito!
@Toya demonstra a evolução de seus "Soft Assets", ilustrando como a construção de audiência e networking (Social e Influência) são aceleradores cruciais para oportunidades de Alto Retorno (AR/BE e AR/AE), conforme o contexto dado. Iniciando com foco em Social (BR/BE na fase inicial), expande Intelectual e Reputacional, culminando em alta Influência e Imagem (AR/AE), financiados por passos incrementais e pivotagem. Tanto para o Silvio Santos como para a Globo uma abordagem diferente de B2C, B2B e o mundo digital, ou não?
Já admirava o Silvio Santos por toda sua trajetória e capacidade de criar e desenvolver projetos vencedores, com essa visão que passou passei a admirar mais, a visão e principalmente a execução com planejamento e a formação de times para cada projeto com certeza foi o que fez a grade diferença em tudo, está correto Marajá?
Achei muito interessante a divisão dos quadrantes da matriz. É uma ferramenta que nos permite priorizar de forma estratégica e tomar decisões inteligentes sobre onde investir tempo, energia e recursos.
O que eu entendi é que o produto A e o B devem estar sempre juntos (caso o ticket do A seja alto você oferece o produto B que tem um ticket mais baixo). O A e o B tem o problema de ser escasso já que é pessoal, só você pode entregar. Então precisa de um produto C, que mesmo sem sua presença ele continua rodando.
Pretendo começar a usar esta abordagem decompondo os produtos da XMA em caixas grandes e menores onde uma se encaixaria dentro da outra indo do micro para o macro. Assim poderemos entender o valor e o esforço gerado para compor cada um dos produtos.
Texto fantástico
Obrigado Jonas!
Complementando o entendimento, nós precisamos ser reconhecidos pelo Produto A, para criar reputação e Audiência, isso diminui o nosso CAC.
Para iniciar um relacionamento de confiança, entrar pelo Produto B, seja um Diagnóstico ou Consultoria ou Projeto, e naturalmente converter no Produto A.
Aqui vendemos solução, método e frameworks, e não ferramenta tecnológica (Que é puramente meio).
Após certo ponto, temos saturação de Produtos A e B, e aí partimos para recorrência de Produtos C, de ticket baixo e com bastante escala.
No momento, minha estratégia é focar no A e B.
Excelente marajá, o quadrante A é o flagship, o B trata a de manda reprimida e pode conduzir a um upsell, em longo prazo o C apresenta capacidade de escala e formação de equity.
Excelente esquema gráfico! Os segmentos A/B ajudam a construção de autoridade e confiança. Servem como a porta de entrada junto ao cliente, despertando o interesse e reconhecimento do seu trabalho, agregando valor. Esses possibilitarão a criação de produtos de recorrência que rodam no automático, no segmento C, denominados produtos "derivativos"... muito estratégicos pois rodarão sozinhos, sem a sua presença. Gostei muito!
Ajuda a definir o portfólio além do cargo (AR/AE - BR/AE)
@Toya demonstra a evolução de seus "Soft Assets", ilustrando como a construção de audiência e networking (Social e Influência) são aceleradores cruciais para oportunidades de Alto Retorno (AR/BE e AR/AE), conforme o contexto dado. Iniciando com foco em Social (BR/BE na fase inicial), expande Intelectual e Reputacional, culminando em alta Influência e Imagem (AR/AE), financiados por passos incrementais e pivotagem. Tanto para o Silvio Santos como para a Globo uma abordagem diferente de B2C, B2B e o mundo digital, ou não?
Note que o AR/AE e AR/BE são baseados em soft assets, ao passo que o BR/BE vem dos hard assets. O primeiro traz tração, o segundo gera equity.
Já admirava o Silvio Santos por toda sua trajetória e capacidade de criar e desenvolver projetos vencedores, com essa visão que passou passei a admirar mais, a visão e principalmente a execução com planejamento e a formação de times para cada projeto com certeza foi o que fez a grade diferença em tudo, está correto Marajá?
Você percebe que a estratégia dele era muito mais complexa, porém, conseguia capturar muito mais valor, mesmo com menos estrutura e audiência.
Faz total sentido. Utilizando ela pra qualificar as demandas que estou prospectando.
É justamente essa estratégia que eu uso quando ajudo vocês a qualificarem e posicionarem suas ofertas.
Achei muito interessante a divisão dos quadrantes da matriz. É uma ferramenta que nos permite priorizar de forma estratégica e tomar decisões inteligentes sobre onde investir tempo, energia e recursos.
O que eu entendi é que o produto A e o B devem estar sempre juntos (caso o ticket do A seja alto você oferece o produto B que tem um ticket mais baixo). O A e o B tem o problema de ser escasso já que é pessoal, só você pode entregar. Então precisa de um produto C, que mesmo sem sua presença ele continua rodando.
Pretendo começar a usar esta abordagem decompondo os produtos da XMA em caixas grandes e menores onde uma se encaixaria dentro da outra indo do micro para o macro. Assim poderemos entender o valor e o esforço gerado para compor cada um dos produtos.